Não é de admirar que o ex-deputado federal Henrique Eduardo Alves tenha decidido se filiar novamente ao Movimento Democrático Brasileiro.
Publicamente, Henrique afirma que não pretende disputar mais nenhum cargo eletivo. Diz que o retorno ao partido é apenas um gesto simbólico depois de mais de cinco décadas de militância política.
Mas nos bastidores há quem acredite que o movimento pode ser um blefe político.
A pergunta que começa a circular é simples: se não pretende voltar à vida pública, por que se filiar novamente a um partido?
Entre analistas políticos já se levanta uma hipótese. Caso surja um convite para compor uma chapa majoritária, o cenário poderia mudar rapidamente. Uma possibilidade comentada seria a formação de uma chapa com o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, como candidato a governador, a senadora Zenaide Maia buscando a reeleição como primeira candidata ao Senado e Henrique ocupando a segunda vaga.
Por enquanto, tudo está no campo das especulações. Mas na política potiguar, poucos acreditam que alguém volta a se filiar a um partido apenas por nostalgia.
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